sábado, 26 de janeiro de 2008

Que decadência...

Hoje à tarde fui ao cabeleireiro! E enfim, lá se foram duas horas, perdidas em vão. Ouvi de tudo um pouco: os portugueses são isto e aquilo, o nosso ministro devia ir pr'ali a pr'acolá, a nossa saúde vai muito mal e ninguém faz nada, "estas histórias da revista desta vez estão muito mal contadas" , "o meu cão apanhou uma coisa assim espécie de varicela, coitadinho anda cheio de comichões", "ai, vou me pentear e ir pra missa porque preciso de pedir um favor a uma senhora que anda por lá", " hoje em dia são namorados e genros e noras e falsas doutoras.. todos nos mandarm pro outro lado só pra ficarem com o que é nosso.. a mim nao me acontece nada disso! ja nasci forte de corpo e alma", "no hospital nao me lembro o nome caiu um senhor e morreu, negligencia é o que é, coitado meteram no num táxi, com fralda e lençol; o taxista chamou a vizinha e eagora a viúva chora muito"... Podem achar que as citações estão um pouco estranhas, mas a minha boa memória reclama e afirma que foi assim que as ouviu, um pouco desconexadas mas enfim a senhora queria dizer tudo e não disse nada! Detesto ir ao cabeleireiro por isto: IGNORÂNCIA E FALTA DE BOM SENSO! COSCUVELHICE E PERDA DE TEMPO! BAH!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

saudades do teu cheiro em mim.

sábado, 12 de janeiro de 2008

Terá havido maior invenção que a escrita?

Certo dia, uma folha de papel que estava em cima de uma mesa, junto com outras folhas exactamente iguais a ela, viu-se coberta de sinais. Uma pena molhada de tinta preta tinhaescrito uma série de palavras em toda a folha.
- Será que não me poderia ter poupado a essa humilhação? – disse a folha de papel, furiosa, para a tinta.
Um tempo depois, alguém foi arrumar a mesa e apanhou as folhas de papel para mandá-la para a lareira. Subitamente, reparou na folha escrita com tinta. Então, mandou todas as outras e guardou apenas a que tinha a mensagem.
- Percebeu? – disse a tinta – Eu não te estraguei. Eu cobri-te de palavras. Agora não és somente uma folha de papel, mas uma mensagem. Transformaste-te num documento valioso.

"O papel e a tinta", de Leonardo Da Vinci

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Ideias verdes incolores dormem furiosamente...
Claro que está a acontecer na tua mente, H. Mas por que razão há-de isso significar que não é real?