terça-feira, 1 de setembro de 2009

E é assim que... voltei!
Foram momentos de angústia por estar onde menos queria estar. Momentos vividos entre lágrimas e soluços, num engolir espinhos sem poder gritar. Não. Não me faço de vítima. Apenas vivo isto há vinte anos e não suporto mais. Porquê? Aguento porque ainda não voo por mim.
Entre eles, o sorriso apareceu naqueles quatro dias longe de onde estava. Sevilla - Málaga - Marbella - Puerto Banus - Mijas - Torremolinos - Algeciras - Ceuta - Martil - Tetouan acolheram-me como sua.
Melhor ainda, na semana seguinte entre família, onde todos se completam: um sorriso, a partilha, os postais, uma graça, uma noite confidente, aqueles gelados saborosos, uma conversa de mais velha para mais nova, as caminhadas, uma disputa a três, aquele pão com queijo, a experiência do matadouro, a canoagem novamente a três, a prenda e a mentira, as risadas profundas e as dores abdominais, o desespero do cão Rodolfo, a tarte de pêra, a varanda e a paisagem, os bolos e o forno, os coelhos, a indiferença perante televisão, sem saber nada do mundo fui feliz; por tudo isto e muito mais, ainda agora cheguei e já sinto saudades.

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