segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Vejo-te ir embora, de longe. Sigo os teus passos de perto, de longe. Numa nuvem roxa e laranja flutuas como se nunca tivesses existido, mas garanto a existência de algo mais para além dessa gargalhada que te atreveste a dar sem a minha permissão. Entristeces-me porque me deixaste presa num sonho que não acabaste de realizar. Enfureces-me porque ignoras o que sinto e o que quero dizer-te. Preferes o silêncio. Preferes a dor?! Será que ainda pensas no passado como eu? Será que me observas? De longe.

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