Acordei. Olhei para o relógio. Eram 11h.
Peguei no livro que comecei a ler à pouco tempo. Sentei-me na cama, neste quarto que me parece agora tão vazio.
Uma tormenta de sons invadiu o quarto, atormentando-me a alma.
Parei na página 89.
Olhei para o céu. Estava lindo, sem nuvens, num tom de azul brilhante que clariava ainda mais quando se olhava noutras proporções.
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