quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Acordei. Olhei para o relógio. Eram 11h.

Peguei no livro que comecei a ler à pouco tempo. Sentei-me na cama, neste quarto que me parece agora tão vazio.

Uma tormenta de sons invadiu o quarto, atormentando-me a alma.

Parei na página 89.

Olhei para o céu. Estava lindo, sem nuvens, num tom de azul brilhante que clariava ainda mais quando se olhava noutras proporções.

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